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	<title>Pelvini &#187; céu</title>
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	<description>a palavra é o principal desafio</description>
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		<title>Róis de 2009 &#8211; Discos [2]</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 23:18:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pelvini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apreciação (des)favorável]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Partimpim]]></category>
		<category><![CDATA[amnese]]></category>
		<category><![CDATA[Andrei Machado]]></category>
		<category><![CDATA[céu]]></category>
		<category><![CDATA[Disco Alto]]></category>
		<category><![CDATA[érika machado]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana Aydar]]></category>
		<category><![CDATA[Móveis coloniais de Acaju]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[rol]]></category>
		<category><![CDATA[Tiê]]></category>
		<category><![CDATA[Transmissor]]></category>

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		<description><![CDATA[Segunda e última parte do presentinho de fim de ano: discos nacionais. Novamente, o objetivo não é apontar melhores e piores, apenas compartilhar um pouco do que ouvi e gostei enquanto 2009 passava. Para baixar cada disco, é só clicar &#8230; <a href="http://pelvini.com/2009/12/rois-de-2009-discos-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segunda e última parte do presentinho de fim de ano: discos nacionais. Novamente, o objetivo não é apontar melhores e piores, apenas compartilhar um pouco do que ouvi e gostei enquanto 2009 passava.</p>
<p>Para baixar cada disco, é só clicar em seu título, embaixo do nome do artista, classificados por ordem alfabética.</p>
<p>Ah, todos os links para download foram encontrados <a href="http://www.google.com.br/" target="_blank">aqui</a>. Divirta-se! (:</p>
<p><strong>Adriana Partimpim</strong><br />
<em><a href="http://www.easy-share.com/1908508465/Adriana%20Calcanhoto%20-%20adriana%20partinpim%202%202009.rar" target="_blank">Partimpim 2</a><br />
</em><img class="alignleft" title="Partimpim" src="http://img27.imageshack.us/img27/6141/adrianapartimpim.jpg" alt="" width="173" height="154" />Quando Adriana troca o Calcanhoto pelo Partimpim, pode ter certeza: música excelente, para crianças e adultos – sem subestimar ninguém. É uma dose generosa de epifania infantil com roupagem de adulto sensível.  Impossível não se encantar com a interpretação de Adriana para “Alexandre”, do Caetano Veloso, ou ao musicar o poema “Borboletas” da querida Cecília Meireles, ou com os versos extremamente bem montados de “Na massa”&#8230; E, Ah! “Alface” tem os dedos do poeta Augusto de Campos: “Alface, ó alface/Faça-se, ó faça-se/ó alface, afinal”&#8230;</p>
<p><strong>Amnese</strong><br />
<em><a href="http://sinewave.com.br/albums/amnese/sw09amn03.amnese_songsokmypussy.zip" target="_blank">Songs for Rainy Days</a><br />
</em><img class="alignright" title="Amnese" src="http://sinewave.com.br/albums/amnese/sw09amn03.jpg" alt="" width="150" height="150" />Meu amigo Nelson, o Amnese, que me desculpe – prometi, desde o relançamento de <em>Songs for Rainy Days</em> pelo <a href="http://www.sinewave.com.br/" target="_blank">Sinewave</a>, um review completo sobre sua primeira obra, escrita quando ele ainda era garoto. Com toda sua gentileza, Amnese me enviou o link para download – e me estarreceu. Disco lo-fi cantado em inglês, lançando as bases para os seus trabalhos seguintes, em especial os ótimos <em>Apatheia</em> e o meu favorito <em>Sofia e a curva do céu</em>. A música de Amnese é de se fazer pensar e vencer mentes despreparadas. Acompanhado desse disco, vem o EP <em>Ok, my pussy is hanging out of this f*cking thing.</em><em> </em>Manterei sigilo do que se trata para causar surpresa.</p>
<p><strong>Andrei Machado</strong><br />
<em><a href="http://www.sinewave.com.br/albums/andreimachado/sw09and02.andreimachado_etant.zip" target="_blank">Étant</a><br />
</em><img class="alignleft" title="Andrei" src="http://img695.imageshack.us/img695/5373/96a8f0003e61.jpg" alt="" width="172" height="172" />Sou fã de Andrei Machado, pianista e compositor autodidata, e escrevi o review que acompanhou o lançamento do sucessor de <em>Lacuna</em>. Não sou tendencioso ao falar que Étant mantém a qualidade já comprovada anteriormente, enveredando por um experimentalismo provocador de ápices. “Ecce Homo”, “O cemitério dos deuses mortos” e “Uma canção para Werther” resumem bem o disco, que se destaca pela emocionada “E, finalmente, deixei o sol entrar”.</p>
<p><strong>Céu</strong><br />
<em><a href="http://www.sendspace.com/file/ir6gx1" target="_blank">Vagarosa</a><br />
</em><img class="alignright" title="Ceu" src="http://img14.imageshack.us/img14/3305/cuvagarosa.jpg" alt="" width="170" height="170" />Toda a malemolência é permitida quando falamos da moça que atende por (Maria do) Céu. O que chamam de MPB é visto em <em>Vagarosa </em>com pitadas bem escolhidas de trip-hop e downtempo– falo sério. Preste atenção na batida de “Sonâmbulo” e “Grains de Beaute”, por exemplo, ou nos efeitos de “Cordão da Insônia”. O disco ainda conta com uma versão de “Rosa Menina Rosa”, do Jorge Ben. A faixa mais bacana do disco, porém, se chama “Bubuia”. Nem precisa ver no dicionário o que significa: ao ouvir já dá pra sacar. Como eu disse, toda a malemolência é permitida quando falamos de Céu&#8230;</p>
<p><strong>Disco Alto</strong><br />
<em><a href="http://www.megaupload.com/?d=6ZMOGREH" target="_blank">Sierra Nevada</a><br />
</em><img class="alignleft" title="Disco alto" src="http://img704.imageshack.us/img704/1134/discoalto.jpg" alt="" width="173" height="173" />Sei cantar<em> </em>todas as músicas de <em>Sierra Nevada </em>– e o Disco Alto é, de longe, uma das minhas bandas favoritas. Sua música é singular – evidente que enxergo suas influências, mas dentre as bandas brasileiras, o Disco Alto consolidou seu estilo peculiar com este <em>Sierra Nevada</em>.  Nos versos de “Micropolo” vamos do suave ao explosivo, encontramos toda calmaria e tristeza em “Antigo Testamento”, somos arrebatados por “Quinta”, entramos em aventuras com o “Circo 66”&#8230; Emoção pura e talentos verdadeiros: isso é Disco Alto.</p>
<p><strong>Érika Machado</strong><br />
<em><a href="http://www.mediafire.com/?nz00myi2ytm" target="_blank">Bem Me Quer Mal Me Quer</a><br />
</em><img class="alignright" title="erika" src="http://img704.imageshack.us/img704/7585/bemmequer1.jpg" alt="" width="160" height="160" />A moça que, como bem dissera o <a href="http://extrafu.wordpress.com/" target="_blank">Dudi</a>, consegue ser lúdica sem ser infantil e falar com os adultos sem pretensões filosóficas sendo completamente abstrata, voltou com seu novo disco, <em>Bem Me Quer Mal Me Quer</em>. Produzido pelo John Ulhoa, do Pato Fu, é um disco que gosta de contar histórias: da garota que se apaixonou pelo “Menino Perfeito” – gay – à “Solitária Secretária da Agência de Turismo”. A levada meio country de “Tiozão de Bar” cai muito bem, e a letra de “Tanto Faz” e “Plutônio Enriquecido” são assim, especiais.</p>
<p><strong>Mariana Aydar </strong><br />
<a href="http://www.easy-share.com/1904506201/MAPPEP.zip" target="_blank"><em>Peixes, Pássaros, Pessoas</em></a><br />
<img class="alignleft" title="Mariana Aydar" src="http://img97.imageshack.us/img97/9830/submarino21535799.jpg" alt="" width="173" height="173" />Samba e pagodinho dos bons, e não é porque o Zeca Pagodinho faz participação em “O Samba me Persegue”: Mariana Aydar se garante na bem escrita “Florindo”, na confessional “Palavras não falam” e na descritiva “Manhã Azul”. Proseando também com o xote delicioso da ótima “Tá?” e amargurando corações em “Peixes”, Mariana entrega suavides, momentos agradáves – e um pouco de languidez (“Beleza”, com Mayra Andrade) – num disco bem brasileiro.</p>
<p><strong>Móveis Coloniais de Acaju </strong><br />
<a href=" http://www.mediafire.com/?ymtdm3yqjn2" target="_blank"><em>C_mpl_te</em></a><br />
<img class="alignright" title="Móveis" src="http://img689.imageshack.us/img689/2356/moveiscoloniaiscomplete.jpg" alt="" width="173" height="173" />Tamanha é a servidão dos fãs para com a banda independente Móveis Coloniais de Acaju. Ao vivo, dizem que o Móveis Coloniais de Acaju não decepciona – e assim o faz seu público. No show de estreia do álbum <em>C_mpl_te</em>, todo mundo já tinha decorado “O Tempo” e cantou junto com a banda. Vale à pena: a música é mesmo muito bonita. De qualquer forma, <em>C_mpl_te</em> já me ganhou com “Adeus”, faixa que abre o disco. “Cheia de Manha” também é uma graça.</p>
<p><strong>Pierre </strong><br />
<a href="http://rapidshare.com/files/327680454/Pra_gente_que_tem_pressa.rar" target="_blank"><em>Pra gente que tem Pressa</em></a><br />
<img class="alignleft" title="pierre" src="http://i13.photobucket.com/albums/a269/rafaelpelvini/Capa.jpg" alt="" width="162" height="162" />Trabalho solo do Paulo Renato, baterista do Disco Alto, <em>Pra gente que tem pressa</em> é a música imaginária trazida direto da Rússia. Os sons eletrônicos, sintéticos e oitentistas são bem demarcados nessa caracterização, desde a própria música até seus títulos. Como se não bastasse, a duração de cada música faz jus ao nome do disco. Já ouviu falar em IDM? Pois.</p>
<p><strong>Tiê </strong><br />
<a href="http://rapidshare.com/files/213622879/UQT2009_Tie_-_Sweet_Jardim.rar" target="_blank"><em>Sweet Jardim</em></a><br />
<img class="alignright" title="tie" src="http://img9.imageshack.us/img9/2121/tisweetjardim.jpg" alt="" width="173" height="173" />Nada além de uma voz feminina e um violão: a simplicidade é ou não a maior fonte de beleza do mundo? Não necessariamente, mas Tiê bebe dessa fonte com graça e nos presenteia com este singelo <em>Sweet Jardim</em>. “Assinado Eu” é palpável demais para não ser pessoal, o lamento de “Quinto Andar “ é aflitivo, e a historinha “A Bailarina e o Astronauta” é toda doce. Tiê também se arrisca em língua europeia ao cantar a suave “Aula de Francês”.</p>
<p><strong>Transmissor </strong><br />
<a href="http://www.4shared.com/file/121983729/6ca3c1de/Transmissor_-_Sociedade_Do_Crivo_Mutuo.html" target="_blank">Sociedade do Crivo Mútuo</a><br />
<img class="alignleft" title="transmissor" src="http://img109.imageshack.us/img109/2326/47325.jpg" alt="" width="173" height="156" />Bossa-nova e o rock contemporâneo fazem de Sociedade do Crivo Mútuo um dos bons lançamentos vindos de Minas Gerais. Bem conhecida em Belo Horizonte, a banda Transmissor oferece em seu disco a ótima “Primeiro de Agosto” – uma história de amor em um ano –  e o “Poema da Batalha”, bem bonito em sua explicação.  Salta aos ouvidos, também, o revezamento de vocalistas, como em “Eu Você”. E não deixe de conferir “Aquática”.</p>
<p style="text-align: center;">E estes são os róis de 2009! (:</p>
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		<title>Entre as Estrelas</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 22:11:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pelvini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavras Fortuitas]]></category>
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		<description><![CDATA[Meus sonhos estão seguros ao lado das estrelas do firmamento. Se não eu, quem os pega pra mim antes que se apaguem? Nem sempre se é astronauta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meus sonhos estão seguros ao lado das estrelas do firmamento. Se não eu, quem os pega pra mim antes que se apaguem?</p>
<p>Nem sempre se é astronauta.</p>
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		<title>Lembranças Que Voam</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 21:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pelvini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios Deliberados]]></category>
		<category><![CDATA[céu]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje peguei um punhado de lembranças e as joguei janela afora. Pássaros coloridos, as lembranças se fundiram facilmente no céu. Observei em silêncio as aves se afastarem e sumirem nas nuvens escuras que guardam nossas histórias. E choveu. Porque sempre &#8230; <a href="http://pelvini.com/2008/09/lembrancas-que-voam/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje peguei um punhado de lembranças e as joguei janela afora. Pássaros coloridos, as lembranças se fundiram facilmente no céu. Observei em silêncio as aves se afastarem e sumirem nas nuvens escuras que guardam nossas histórias. E choveu.</p>
<p>Porque sempre que nos despedimos, abrimos uma gaiola &#8211; o coração &#8211; e deixamos que as lembranças lá aprisionadas façam parte de algo maior&#8230; Constituem nossa memória. E aí as lembranças se vão como passarinhos livres e se juntam aos que já deixamos para trás, num lugar que sempre podemos olhar quando estamos com saudade&#8230;</p>
<p>O céu do Passado. E aí, sabe como é. A gaiola fica aberta, querendo aprisionar novas aves, novos aspirantes a boas lembranças. Enquanto isso, a gente se senta, num gramado verde como só o verde nostálgico sabe ser, olha para o alto e espera alguns passáros surgirem das nuvens. Alguns são mais atrevidos, voltam freqüentemente e pousam no seu ombro, nos seus dedos&#8230; Formando as lembranças que nos acompanharão para sempre.</p>
<p>E mostrando que, aprisionar o passado no coração pode trazer uma felicidade efêmera &#8211; mas, que por ser prisioneira, jamais será completa. Será sempre condicionada.</p>
<p>Por isso, hoje peguei um punhado de lembranças e joguei janela afora. Elas voaram, e eu fiquei livre. Não das lembranças, ou dos pássaros, como preferir. Fiquei livre porque sei que, toda vez que olhar para o céu do passado, as lembranças estarão lá, felizes. Voando.</p>
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