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Assim conjuguei meu mundo próprio: contendo. O experimento de lucrar com os pedaços de vida deixados para trás é a forma com que me adquiro, colocando palavras que equilibrem essa balança cujo lado oposto é só solidão. E que haja a memória, a minha, esta que vem atrelada de sabotagem. Pois eu me engano quando acredito e feliz o faço quando escrevo.
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Desafie-me
Porque seus parâmetros fazem da minha linguagem muito mais criativa: desafie-me um texto.
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Category Archives: Palavras Fortuitas
Um Tempo
Acordei chorando. Colocaram um disco do passado para repetir e, veja bem: devo ser um dos únicos que se arrepende da própria infância. Ou vai ver – clamo – ter esse acréscimo de sentimentos mesquinhos é normal. Mas, como alguém … Continue reading
Janelas
Vieram me perguntar de memória. Respondi “não me lembro” por ser vidro; e a única imagem que me ocorreu foi do ar, quando me acomodei do lado mais frio do ônibus: janelas abertas. A lembrança de olhar pelo transparente e … Continue reading
Orgulho da Minha Sala
Dentro do meu peito não aprendi a suplicar. Servi no copo um bocado de alma, e esperei. Entendo um pouco de paciência, e melhor abstrair os conformismos que nada muito bom pode vir daí: seguro pelas pontas a toalha xadrez … Continue reading
Posted in Palavras Fortuitas
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Bolhas
Ontem eu fui ao parque ler Clarice e havia bolhas de sabão no preâmbulo do chão com as nuvens. Fui o único a mudar de posição quatro vezes para ver a cor que as bolhas faziam o mundo. Sem caminho, … Continue reading





