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Assim conjuguei meu mundo próprio: contendo. O experimento de lucrar com os pedaços de vida deixados para trás é a forma com que me adquiro, colocando palavras que equilibrem essa balança cujo lado oposto é só solidão. E que haja a memória, a minha, esta que vem atrelada de sabotagem. Pois eu me engano quando acredito e feliz o faço quando escrevo.
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Desafie-me
Porque seus parâmetros fazem da minha linguagem muito mais criativa: desafie-me um texto.
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Category Archives: Composições Escritas
Seu Silêncio
Das coisas que não entendo, mais me intriga seu silêncio. Enigmático sem pretender ser, dialoga com o que falo na mesma potência – maior, talvez – de suas palavras proferidas. Seu silêncio me é cômodo. É meu travesseiro, meu colchão. … Continue reading
Do jeito que não sou
Nunca me perguntaram se eu gosto do jeito que sou. A resposta não seria óbvia, garanto – mesmo sendo uma questão que exige um automático “sim”. Como quando se encontra alguém e se ouve um “tudo bem?” e você responde … Continue reading
Lençol
A vida de antes era boa dentro do balde: a água quase transbordava. Não me sentia preso, as paredes internas do balde d’água eram nossa segurança. Era até confortável, eu que ao invés de esticar-me sempre preferi me encolher em … Continue reading
Sofrer, Fumar, Amar
Cigarro: estúpido prazer. Eu fumo para comer fumaça e fico admirado com o fogo consumindo o tabaco e todas as vinte mil substâncias tóxicas. Tudo bem. Puxo tudo isso para os pulmões, trago e divido minha vida em ducentésimas frações … Continue reading





