Gosto dos causos e percalços que a vida se torna pra conhecer pessoas. Não conhecer a alma, veja bem, disso já desisti quando a minha perdeu a áurea, mas conhecer a pessoa: tiro o per, depois o l e o ç – tenho o caos. Como disse antes, tal bagunça me apetece. Não porque gosto dos olhares de soslaio ou das retiradas estratégicas, mas porque vejo nisso um estágio necessário: as afinidades e risadas sinceras vêm depois. Questão de valorização, eu acho.
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Assim conjuguei meu mundo próprio: contendo. O experimento de lucrar com os pedaços de vida deixados para trás é a forma com que me adquiro, colocando palavras que equilibrem essa balança cujo lado oposto é só solidão. E que haja a memória, a minha, esta que vem atrelada de sabotagem. Pois eu me engano quando acredito e feliz o faço quando escrevo.
Leia-me
Encontre-me
Desafie-me
Porque seus parâmetros fazem da minha linguagem muito mais criativa: desafie-me um texto.
desafios@pelvini.com
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Busque-me






Deveras Apoena, não? =)
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Rafaaa, peeelviss!!heuhe
Não consigo não me impressionar da maneira como tu trasformas os sentimentos e/ou pensamentos em palavras, quanto mais leio, mais me identifico com elas.
Queria eu poder escrever assim de tal forma, pra poder acalmar meus pensamentos. Mas ainda bem que te conheci para acalmá-los!!
beijãooo
Saudadesss.. ti cuida
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