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Assim conjuguei meu mundo próprio: contendo. O experimento de lucrar com os pedaços de vida deixados para trás é a forma com que me adquiro, colocando palavras que equilibrem essa balança cujo lado oposto é só solidão. E que haja a memória, a minha, esta que vem atrelada de sabotagem. Pois eu me engano quando acredito e feliz o faço quando escrevo.
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Porque seus parâmetros fazem da minha linguagem muito mais criativa: desafie-me um texto.
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Monthly Archives: February 2010
Cingido
Conheço bem minhas qualidades. Fico apenas admirado com a habilidade das outras pessoas em lidar com tudo. Eu sou tão imaturo com as coisas. Elas judiam de mim por isso, porque eu vou além da insegurança comum. Daí vem meu … Continue reading
Preso ao Ar
Sinta isso: Um bebê está brincando tranquilamente com seu dinossauro de pelúcia, criatura verde do tamanho da cabeça dele; o bebê está feliz e rindo e todo cheio de fofura e inocência. Atrás dele há um guarda-roupa enorme, equilibrado em … Continue reading
Meu Nome
Sempre me assusto quando meu celular toca. Lembraram de mim, penso. Realmente lembraram de mim. É porque não me chamo solidão, ainda que pareça um sinônimo dela. Na análise morfólogica, sou só um adjetivo substituível da vida alheia. Isso assusta, … Continue reading
Onde Vivem os Monstros, de Spike Jonze
Foi de inusitado: estive em Santos nesse feriado e, diferente de São Bernardo do Campo, lá estava passando Onde Vivem os Monstros. Já havia desencanado de ver o filme no cinema – primeiro por não querer mais, segundo por não … Continue reading
Posted in Apreciação (des)favorável
Tagged cinema, Monstros, Onde Vivem os Monstros, Santos
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