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Assim conjuguei meu mundo próprio: contendo. O experimento de lucrar com os pedaços de vida deixados para trás é a forma com que me adquiro, colocando palavras que equilibrem essa balança cujo lado oposto é só solidão. E que haja a memória, a minha, esta que vem atrelada de sabotagem. Pois eu me engano quando acredito e feliz o faço quando escrevo.
Leia-me
Encontre-me
Desafie-me
Porque seus parâmetros fazem da minha linguagem muito mais criativa: desafie-me um texto.
desafios@pelvini.com
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Monthly Archives: January 2010
Dos Mares me Espanta
- Para as montanhas, marujos! É lá que se esconde o nosso tesouro! Guiei meus marujos, os mais fiéis deles, que tinham sobrevivido comigo ao Grande Maremoto do Sétimo Mar, até a praia. Eu estava de pé na ponta de … Continue reading
Traços
Meus vizinhos dormem com a luz do quintal acesa. A lapiseira que papai deu de presente é pesada, dói de segurar. A credencial de autor atrás da minha porta sempre fica ao contrário quando a porta tá aberta. Não toco … Continue reading
O Futuro
Eu não seria quem sou se meus pés não estivessem seguros; um entre meus sonhos, o outro em minhas utopias.





