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Assim conjuguei meu mundo próprio: contendo. O experimento de lucrar com os pedaços de vida deixados para trás é a forma com que me adquiro, colocando palavras que equilibrem essa balança cujo lado oposto é só solidão. E que haja a memória, a minha, esta que vem atrelada de sabotagem. Pois eu me engano quando acredito e feliz o faço quando escrevo.
Leia-me
Encontre-me
Desafie-me
Porque seus parâmetros fazem da minha linguagem muito mais criativa: desafie-me um texto.
desafios@pelvini.com
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Monthly Archives: November 2009
Poetas Urbanos
Dois garotos correndo embaixo do viaduto, eu os vejo, um de touca puída sobre os cabelos crespos e o outro de moletom rasgado nas costas; a senhora ao meu lado diria que eles são mendigos, eu arriscaria chamá-los de artistas. … Continue reading
As Nuvens no Atlântico
Nosso relacionamento de nuvem, sempre consistente mas em constante mudança, agora tem todas as nuvens acima do Atlântico para nos separar. Sorte que não existe nevoeiro que nos faça perder a vista de nós: eu e você. Então é preciso … Continue reading
Espelhos
Ontem o Gustavo Brito, amigo e escritor, foi peremptório numa conversa que tivemos. “Algumas vezes acho que você apanha porque deixa que os outros te batam, e quando deveria pensar ‘que idiota, puta Zé ruela’ remói até as vísceras o … Continue reading
Outro Pedido
Que ninguém precise me pedir desculpas.





