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Assim conjuguei meu mundo próprio: contendo. O experimento de lucrar com os pedaços de vida deixados para trás é a forma com que me adquiro, colocando palavras que equilibrem essa balança cujo lado oposto é só solidão. E que haja a memória, a minha, esta que vem atrelada de sabotagem. Pois eu me engano quando acredito e feliz o faço quando escrevo.
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Porque seus parâmetros fazem da minha linguagem muito mais criativa: desafie-me um texto.
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Monthly Archives: March 2009
A Onomatopeia do Sorriso
Entra no elevador. “E se tudo fosse feito de livros?”. Ele fecha os olhos, abre. A parede do elevador é um infinito de lombadas de livros. Brancas, pretas, coloridas, grossas, finas, grandes, pequenas, como a típica parede de uma biblioteca, … Continue reading
Posted in Devaneios Deliberados
Tagged doces, figuras de linguagem, fonemas, livros, nuvens, sorrisos
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Pelvini e a Reforma Ortográfica
Um esclarecimento e um desabafo. Tentei adiar esse post desde quando este assunto começou a ser discutido no ano passado. “Não vou me adequar, não vou me adequar, não vou me adequar”. Como você pode perceber, já me adequei (!). … Continue reading
Posted in Composições Escritas
Tagged desabafo, desafio, esclarecimentos, escrever, irritação, reforma, reforma ortográfica
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Entre Três e Quatro Horas
Tem um copo de plástico sujo em cima da minha mesa, logo ao lado do teclado. O resto do líquido escuro diz pra mim que eu preciso tomar mais Coca-Cola se quiser ficar acordado até o amanhecer: comprei dois litros, … Continue reading
O Casamento de Rachel, de Jonathan Demme
O mito é este: há um elefante na sala de estar. A gente entra na casa, vê que o elefante está ali, sentado em cima da mesa (já quebrada), mas não questionamos a sua presença, por dois motivos: se se … Continue reading
Posted in Apreciação (des)favorável
Tagged anne hathaway, casamento, cinema, drama, elefante, família, mito, oscar
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