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Assim conjuguei meu mundo próprio: contendo. O experimento de lucrar com os pedaços de vida deixados para trás é a forma com que me adquiro, colocando palavras que equilibrem essa balança cujo lado oposto é só solidão. E que haja a memória, a minha, esta que vem atrelada de sabotagem. Pois eu me engano quando acredito e feliz o faço quando escrevo.
Leia-me
Encontre-me
Desafie-me
Porque seus parâmetros fazem da minha linguagem muito mais criativa: desafie-me um texto.
desafios@pelvini.com
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Monthly Archives: January 2008
E você nem liga…
“I love you through sparks and shining dragons, I do Now there’s poetry in an empty coke can” – Made Up Love Song #43, Guillemots. A cena começa assim: – Eu te amo, cacete. Mais do que tudo. E … Continue reading
Aquela do Barbosa
A frase era clara e estava lá, preta no branco: “Vou mandar todos os alunos da 5ª E para o escrutínio. Sem mais, Professor Barbosa.” Obviamente, um escândalo. Foi sugerida uma reunião urgentíssima de pais e mestres. Os argumentos eram … Continue reading
Em companhia do fim
Em voluntária resposta ao – no cemitério pela manhã, de Gustavo Brito. * * * Vista de metros acima, qualquer um falaria que a casa era apenas um mausoléu antigo e feito às pressas. Visto de perto, se comprova essa … Continue reading
No Cabeleireiro
Não gosto muito do meu cabelo (“Ele parece grama”), mas gosto menos do meu cabeleireiro. Tenho a vaga impressão de que ele também não vai com a minha cara. Isso significa que quando vou cortar o que alguns chamariam de … Continue reading





